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OPINIÃO

Discurso de ódio e a velha política, até quando?

OPINIÃO | PAULO SERGIO NOGUEIRA

OPINIÃO | PAULO SERGIO NOGUEIRAGraduado em Direito pela UNIP (Universidade Paulista). Foi professor de legislação aplicada a aviação civil no curso de formação de Aeronautas. Atualmente, atua como advogado civilista e está nomeado como assessor administrativo, na gestão 2019/2020, da Câmara Municipal de Canarana/MT. Interessa-se por Ciência Política.

31/08/2020 17h39
Por: Paulo Sérgio Nogueira
Foto: Imagem Ilustrativa/ Créditos na imagem.
Foto: Imagem Ilustrativa/ Créditos na imagem.

Hoje o Facebook me lembrou de um texto escrito em 31/08/2018. Naquele tempo caminhávamos para as Eleições onde escolhemos Governadores, Deputados Federais, Estaduais, Senadores e o Presidente da República.

Acompanhem o texto:

DISCURSO DE ÓDIO

Dizem que está na moda. Cada um esbraveja sua posição política, seu entendimento pífio, ladra suas bobagens com tamanha coragem. Que aos ouvidos dos desinteressados pode até parecer convincente.

Quanto a este humilde cidadão que vos escreve.

EU TENHO É ÓDIO MESMO.

Somos enganados, roubados, usurpados, molestados sucessivamente. Dia após dia. É só pegar a nota fiscal e observar o valor do imposto pago.

Há alguns anos a maioria confiou a nação nas mãos de nove dedos de origem humilde. Pensaram: “talvez uma pessoa que experimentou das mazelas da sociedade faça algo pelos menos favorecidos”.

Após 15 anos de governo. Nos deparamos com o maior esquema de corrupção registrado na história do mundo.

Odeio sim, mas é a situação do Nosso ensino não capacitar os jovens para a proficiência mínima em linguagem e matemática exigidos pela OCDE.

ODEIO termos deixado chegar aos 25 milhões de pessoas que estão sem ocupação.

Milhares de famílias sem renda fixa.

60 milhões de brasileiros endividados.

60 mil mortes violentas no ano de 2017.

Milhares morrem por falta de atendimento médico-hospitalar.

50% da população não tem atendimento de saneamento básico.

Dívida do país está prestes a chegar nos 80% do PIB e se não houver medidas drásticas e urgentes irá colapsar o governo.

Uma das razões desta dívida é a manutenção dos altos salários, privilégios e benefícios da classe política e do funcionalismo público federal.

Sustentamos os privilégios e regalias de um governo inchado, ineficiente e nefasto. As custas do suor de muitas famílias cuja renda não passa de dois mil reais mensais.

Então, sim. Eu odeio tudo isso e a passividade do nosso povo.

Devemos conhecer e extirpar toda essa corja de políticos canalhas, corruptos, mentecaptos soltos por aí.

Deveríamos colocar em quarentena as pessoas que insistem em reproduzir uma ideologia nefasta e comprovadamente falida que é o marxismo, seja qual for a forma que ela se apresente.

Devemos deixar de ter medo do que vão pensar de nós, por nos opormos ao pessoal da paz e amor, da luta pelos fracos e oprimidos.

Eles tiveram 15 anos. Metade da minha vida. Para melhorar a nação. E cá estamos. A beira do abismo. <fim>

Agora caminhamos para as eleições municipais. Precisamos repetir as lições de 2018, em que, muitos eleitores renovaram e investiram em nomes novos para a política.

Vejamos o Exemplo do Romeu Zema, governador de Minas, com excelente trabalho lidou bem com a pandemia e ainda recupera a economia e contas do Estado Mineiro.

2018 será também conhecido como o ano que o Brasil escolheu apostar num parlamentar, militar e boca dura para romper com o mecanismo de corrupção.

O texto ainda continua atual para muitas situações de 2020, em especial, nos municípios.
As cidades esperam por renovação, por modernização, por gestores comprometidos com o bem público e o desenvolvimento sustentável das cidades.

Neste ano temos a oportunidade de colocar um fim nas políticas de favorecimento de alguns, os chamados amigos do rei. Podemos observar bem nas cidades médias e menores, quando o grupo “X” vence, os favorecidos são alguns empresários, quando o outro grupo “Y” vence a prefeitura num passe de mágica contrata apenas com empresários que apoiaram o vencedor.

Mas será que os antigos perderam qualidade ou competitividade? Ou o esquema é montado para favorecer alguns e os tornar os campeões municipais de empreendedorismo e prosperidade.

A antiga política sequestra a Prefeitura e a usa para finalidades próprias. Enquanto isso pais ainda precisam acampar (literalmente) nas escolas para assegurarem vaga para seus filhos. Gasta-se somas milionárias com a compra de horas de máquina e serviços de manutenção da frota e nada se vê de obras ou veículos em boas condições de uso.  

Até quando iremos permitir esse jogo de peteca entre o grupo X e Y para usarem o nosso suado dinheiro (impostos que pagamos) para dividir entre os amiguinhos do Rei que se julgam donos de uma CIDADE.

Os eleitores mostraram em 2018 maturidade em seu voto, acredito que para as eleições municipais não irão trocar o gás, a sexta básica ou o trocado que dura um mês por quatro anos de boas escolas, asfalto, esgoto, segurança, lazer, cidade limpa, iluminada, hospitais com bons profissionais e atendimento de qualidade.

Boa Sorte a todos os municípios deste nosso AMADO Brasil !!!

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